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O mercado de bicicletas elétricas está mudando rapidamente, e os números ajudam a entender por quê.

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24 de agosto de 2026·19:22·4 min
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O mercado de bicicletas elétricas está mudando rapidamente, e os números ajudam a entender por quê.

O mercado de bicicletas elétricas está mudando rapidamente, e os números ajudam a entender por quê.

A procura por novas formas de mobilidade vem crescendo ao mesmo tempo em que consumidores buscam alternativas mais econômicas e práticas para os deslocamentos urbanos.

Para quem empreende, esse cenário representa algo importante: um mercado em expansão e ainda com espaço para novos negócios.

Os números mostram que o mercado está crescendo

Segundo a Aliança Bike, o Brasil recebeu 53.591 novas bicicletas elétricas de pedal assistido em 2024, crescimento de 7,2% em relação a 2023. Entre 2016 e 2024, a quantidade estimada de bikes elétricas em circulação passou de 7.600 para cerca de 284 mil unidades.

A associação também estimou, em seu boletim de 2025, um mercado anual de aproximadamente R$ 511 milhões para bicicletas elétricas, excluindo os autopropelidos.

Ou seja: existe demanda, existe consumidor e existe espaço para o mercado continuar amadurecendo.

O varejo também está acompanhando essa transformação

A oportunidade não está apenas na fabricação das bicicletas.

Ela está também no comércio, na assistência, nos serviços e na presença local.

A Pesquisa Anual de Comércio Varejista 2026 da Aliança Bike, que ouviu 308 lojistas, mostra que a proporção de lojas que vendem bicicletas elétricas aumentou de 47% para 54% entre 2024 e 2025. Mais de 60% dos lojistas entrevistados também afirmaram ter registrado aumento no faturamento no mesmo período.

Esses dados ajudam a mostrar que a bicicleta elétrica está conquistando espaço dentro do próprio varejo especializado.

Por que a mobilidade elétrica abre espaço para novos negócios?

Porque ela resolve uma necessidade que existe em praticamente toda cidade: as pessoas precisam se deslocar.

Trabalho, estudo, compras, compromissos e lazer fazem parte da rotina.

Quando uma solução oferece praticidade, economia e autonomia para esses deslocamentos, ela deixa de ser apenas um produto e passa a fazer parte da vida do consumidor.

É aí que o empreendedor local ganha relevância.

Ele conhece a cidade, entende os hábitos dos consumidores e está próximo de quem busca uma nova forma de mobilidade.

A oportunidade está além de vender uma bicicleta

Um dos grandes erros ao entrar nesse mercado é pensar apenas no produto.

O consumidor não está comprando somente uma bike elétrica.

Ele está procurando uma solução para chegar ao trabalho.

Para economizar no deslocamento.

Para evitar determinados congestionamentos.

Para ter mais autonomia.

Por isso, uma operação de revenda precisa pensar em experiência, atendimento, demonstração, pós-venda e relacionamento.

Quanto mais completa for essa experiência, maior a possibilidade de construir confiança.

Um mercado que conversa com diferentes cidades

A mobilidade elétrica também apresenta uma característica interessante para quem pensa em expansão: ela não depende exclusivamente das grandes capitais.

Cidades médias e regiões metropolitanas também possuem pessoas que percorrem trajetos cotidianos e procuram alternativas ao carro, à moto ou ao transporte coletivo.

Isso abre possibilidades para empreendedores que desejam levar a mobilidade elétrica para regiões onde a oferta ainda está crescendo.

A presença local pode ser justamente o diferencial.

O cenário de duas rodas está aquecido

O crescimento não acontece apenas entre as bicicletas elétricas.

Segundo a Abraciclo, o mercado de motocicletas também registrou forte expansão: em 2025, foram emplacadas 2.197.851 motocicletas no Brasil, alta de 17,1% em relação a 2024 e recorde da série histórica. Para 2026, a entidade projeta 2,3 milhões de unidades vendidas no varejo.

Esse cenário reforça uma tendência maior: os veículos de duas rodas ocupam um espaço cada vez mais importante na mobilidade urbana brasileira.

Dentro desse movimento, a bicicleta elétrica apresenta uma proposta própria, especialmente para deslocamentos urbanos e para consumidores que valorizam praticidade e economia.

E onde entra a Gowind?

É justamente aqui que uma parceria estruturada pode fazer diferença.

Para a Gowind, o revendedor não é apenas um ponto de venda.

É um parceiro que ajuda a ampliar o acesso à mobilidade elétrica em sua cidade.

A estratégia da marca combina presença local, geração de demanda e suporte estruturado para transformar interesse em oportunidade comercial.

Isso muda a lógica da parceria.

Você não precisa simplesmente vender um produto.

Você passa a participar de um mercado em transformação.

O momento de olhar para esse mercado é agora

A mobilidade elétrica ainda tem muito espaço para crescer no Brasil.

Os números de mercado, a expansão do varejo e a mudança no comportamento dos consumidores mostram que essa transformação já está acontecendo.

Quer levar a mobilidade elétrica para a sua cidade?

Conheça o modelo de parceria da Gowind e descubra como fazer parte de uma rede que cresce conectando pessoas, cidades e novas possibilidades de mobilidade.

Gowind — liberdade que te leva com energia.

Fontes de pesquisa:

Imagens produzidas por equipe Plimper.